domingo, 27 de outubro de 2013

AMIGOS(AS) E A AMIZADE...


Quando UM SER HUMANO é bom amigo, do mesmo modo tem AMIGOS bons.

Para Aristóteles:

“De acordo com a proporção da faixa etária de cada indivíduo, a amizade apresentará uma função específica. Para os jovens ela ajuda a evitar o erro, para os mais velhos serve de amparo para as suas necessidades e suprime as atividades que declinam com o passar dos anos, porque dois que andam juntos são mais capazes de agir e pensar.”

“Devemos nos comportar com os nossos amigos do mesmo modo que gostaríamos que eles se comportassem conosco.”

Jeito Moleque e Thiaguinho - A Amizade é Tudo

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Amigo Virtual




Difícil querer definir amigo virtual.
É quem tentou e fez, não tem o egoísmo de não querer compartilhar o que aprendeu.
É aquele que cede e não espera retorno, porque sabe que o ato de compartilhar um instante qualquer contigo já o realimenta, satisfaz.
É quem já sentiu ou um dia vai sentir o mesmo que você.

É a compreensão para o seu cansaço e a insatisfação para a sua reticência.
É aquele que entende seu desejo de voar, de sumir devagar, a angústia pela compreensão dos acontecimentos, a sede pelo "por vir".
É quem sabe que viver é ter história pra contar.

É quem sorri pra você sem motivo aparente, é quem sofre com seu sofrimento, é o padrinho filosófico dos seus filhos.
É o achar daquilo que você nem sabia que buscava.

Amigo é aquele que te lê e-mail esperados ou não e mensagens eletrônicas emocionadas.
É aquele que te manda mensagens, com o mesmo prazer e atenção que teria se tivesse olhando em seus olhos.
Amigo é multimídia.
Amigo é pra sempre, mesmo que o sempre não exista.
                                                                                                                                                                                     Cf: www.mensagem10.com.br Acesso:07/10/2011.

              




sexta-feira, 25 de outubro de 2013

O PODER DO VOTO - UMA QUESTÃO DE CIDADANIA


É impossível falar do poder do voto, sem nos lembrar da palavra “Cidadania”, muitas pessoas se esquecem que este direito nos foi dado sob duras penas àqueles que lutaram para que fosse livre, não podemos deixar esquecer que é com nosso voto que elegemos nossos representantes, que irão lutar pelos nossos direitos de cidadão.

Acredito que, para o nosso povo brasileiro poder exercer esse direito, primeiramente é preciso realizar um trabalho que os conscientize do poder que tem nas mãos, e deixem de votar somente porque achou aquele candidato mais bonito, mais simpático ou apenas porque ele pagou mais.

Precisamos urgentemente evitar que esses tipos de candidatos acabem com o nosso direito de cidadão, é necessário que lutemos contra aqueles tipos de votos, onde o cabresto político fala mais alto, precisamos saber utilizar esse poder.

A partir do momento em que nós começarmos a termos a consciência disso, e que enfim estaremos exercendo o real poder do voto e também estaremos exercendo a nossa real cidadania. Portanto, devemos ficar atentos, pois, logo estaremos vivendo mais um momento político e precisamos estar atentos e cuidadosos e não nos deixar levar por esses maus políticos, para que esse poder não venha mais tarde recair sobre as cabeças de um povo que já sofre tanto com os desmandos políticos que ocorrem atualmente.

Por: Giovanni H. TIBALDI 
  
Leia mais em: http://www.webartigos.com/articles/31547/1/O-PODER-DO-VOTO-UMA-QUESTAO-DE-CIDADANIA/pagina1.html#ixzz1UjqLFGbq

Curso de Marketing Político 


MATEMÁTICOS REVELAM REDE CAPITALISTA QUE DOMINA O MUNDO


Uma análise das relações entre 43.000 empresas transnacionais concluiu que um pequeno número delas - sobretudo bancos - tem um poder desproporcionalmente elevado sobre a economia global. A conclusão é de três pesquisadores da área de sistemas complexos do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne, na Suíça. Este é o primeiro estudo que vai além das ideologias e identifica empiricamente essa rede de poder global.
New Scientist
Nota introdutória publicada por Ladislau Dowbor em sua página:
The Network of Global Corporate Control - S. Vitali, J. Glattfelder eS. Battistoni - Sept. 2011

Um estudo de grande importância, mostra pela primeira vez de forma tão abrangente como se estrutura o poder global das empresas transnacionais. Frente à crise mundial, este trabalho constitui uma grande ajuda, pois mostra a densidade das participações cruzadas entre as empresas, que permite que um núcleo muito pequeno (na ordem de centenas) exerça imenso controle. Por outro lado, os interesses estão tão entrelaçados que os desequilíbrios se propagam instantaneamente, representando risco sistêmico.

Fica assim claro como se propagou (efeito dominó) a crise financeira, já que a maioria destas mega-empresas está na área da intermediação financeira. A visão do poder político das ETN (Empresas Trans-Nacionais) adquire também uma base muito mais firme, ao se constatar que na cadeia de empresas que controlam empresas que por sua vez controlam outras empresas, o que todos "sentimos" ao ver os comportamentos da mega-empresas torna-se cientificamente evidente. O artigo tem 9 páginas, e 25 de anexos metodológicos. Está disponível online gratuitamente, no sistemaarxiv.org

Um excelente pequeno resumo das principais implicações pode ser encontrado no New Scientist de 22/10/2011 (e está publicado a seguir).
(*) O gráfico em forma de globo mostra as interconexões entre o grupo de 1.318 empresas transnacionais que formam o núcleo da economia mundial. O tamanho de cada ponto representa o tamanho da receita de cada uma

A rede capitalista que domina o mundo
Conforme os protestos contra o capitalismo se espalham pelo mundo, os manifestantes vão ganhando novos argumentos.
Uma análise das relações entre 43.000 empresas transnacionais concluiu que um pequeno número delas - sobretudo bancos - tem um poder desproporcionalmente elevado sobre a economia global.

A conclusão é de três pesquisadores da área de sistemas complexos do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne, na Suíça
Este é o primeiro estudo que vai além das ideologias e identifica empiricamente essa rede de poder global.
"A realidade é complexa demais, nós temos que ir além dos dogmas, sejam eles das teorias da conspiração ou do livre mercado," afirmou James Glattfelder, um dos autores do trabalho. "Nossa análise é baseada na realidade."

Rede de controle econômico mundial
A análise usa a mesma matemática empregada há décadas para criar modelos dos sistemas naturais e para a construção de simuladores dos mais diversos tipos. Agora ela foi usada para estudar dados corporativos disponíveis mundialmente.

O resultado é um mapa que traça a rede de controle entre as grandes empresas transnacionais em nível global.
Estudos anteriores já haviam identificado que algumas poucas empresas controlam grandes porções da economia, mas esses estudos incluíam um número limitado de empresas e não levavam em conta os controles indiretos de propriedade, não podendo, portanto, ser usados para dizer como a rede de controle econômico poderia afetar a economia mundial - tornando-a mais ou menos instável, por exemplo.

O novo estudo pode falar sobre isso com a autoridade de quem analisou uma base de dados com 37 milhões de empresas e investidores.
A análise identificou 43.060 grandes empresas transnacionais e traçou as conexões de controle acionário entre elas, construindo um modelo de poder econômico em escala mundial.

Poder econômico mundial
Refinando ainda mais os dados, o modelo final revelou um núcleo central de 1.318 grandes empresas com laços com duas ou mais outras empresas - na média, cada uma delas tem 20 conexões com outras empresas.
Mais do que isso, embora este núcleo central de poder econômico concentre apenas 20% das receitas globais de venda, as 1.318 empresas em conjunto detêm a maioria das ações das principais empresas do mundo - as chamadas blue chips nos mercados de ações.

Em outras palavras, elas detêm um controle sobre a economia real que atinge 60% de todas as vendas realizadas no mundo todo.
E isso não é tudo.
Super-entidade econômica
Quando os cientistas desfizeram o emaranhado dessa rede de propriedades cruzadas, eles identificaram uma "super-entidade" de 147 empresas intimamente inter-relacionadas que controla 40% da riqueza total daquele primeiro núcleo central de 1.318 empresas.

"Na verdade, menos de 1% das companhias controla 40% da rede inteira," diz Glattfelder.
E a maioria delas são bancos.
Os pesquisadores afirmam em seu estudo que a concentração de poder em si não é boa e nem ruim, mas essa interconexão pode ser.

Como o mundo viu durante a crise de 2008, essas redes são muito instáveis: basta que um dos nós tenha um problema sério para que o problema se propague automaticamente por toda a rede, levando consigo a economia mundial como um todo.
Eles ponderam, contudo, que essa super-entidade pode não ser o resultado de uma conspiração - 147 empresas seria um número grande demais para sustentar um conluio qualquer.

A questão real, colocam eles, é saber se esse núcleo global de poder econômico pode exercer um poder político centralizado intencionalmente.
Eles suspeitam que as empresas podem até competir entre si no mercado, mas agem em conjunto no interesse comum - e um dos maiores interesses seria resistir a mudanças na própria rede.

Cf: Fonte: www6.ufrgs.br/soft-livre-edu/.
 
Por: Elizabete Jackowski Moresco
 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Domar o Ego e o Egoísmo


Dos muitos avanços que temos, um vem se mostrando fortemente imperioso, necessário. Trata-se de enfrentar nossos fantasmas interiores, amadurecer, manter uma relação mais saudável com o entorno e superar o egoísmo.

Olhando ao redor, podemos entender facilmente para que riscos estou alertando. As indicações mostram que estamos nos excedendo em nosso instinto de preservação, olhando apenas para nosso próprio umbigo, tendo preocupações centradas no nosso cotidiano.

Para viver bem, em harmonia com o todo e em paz com nossa interioridade, devemos enfrentar o desafio de equilibrar ego e egoísmo. Gostar de si, cuidar-se, preservar-se, antes de ser bom, é necessário.

Exagerar na medida, fechar os olhos para os que estão conosco, tornar-se incapaz de trocas empáticas, indica desequilíbrio e expressa os piores aspectos da nossa natureza humana e espiritual. Em outras palavras: o ego é um tesouro, o egoísmo uma condenação.

Em termos espirituais o ego significa nossa unidade de apartamento do todo cósmico, como cada uva é singular no cacho ou na parreira. Ele deve servir como referência para centralizarmos nossa condição de vida: desejos, expectativas, sonhos - as realidades, assim, só existem dentro de um ego, dentro do ego de cada um de nós. Nada disso é ruim ou deve ser reprovado.

O egoísmo surge quando se exagera na dose. Em grande quantidade o remédio acaba por intoxicar, envenenar, matar. Espiritualmente ele é colocado diante de nós como teste. Avalia nosso desprendimento, caráter, capacidade de amor ao próximo, relação mais larga com a grandiosidade e vastidão do universo.

Nunca é demasiado alertar para o perigo sedutor escondido nele. O egoísmo nos é apresentado belo como torso de sereia - casas deslumbrantes, passeios emocionantes, carros, sapatos, ternos. Seus muitos aspectos escondem um parte de baixo, uma inferioridade, perigosa e violenta, o preço, normalmente desumano, que alguns, equivocadamente, aceitam pagar por essas fortes ilusões.

Navegando por mares infestados pelo canto das sereias, para não pular do barco como um enlouquecido suicida, recomenda-se amarrar forte os princípios de vida às coisas que tenham maior valor verdadeiro.

Pense na pessoa amada, filho, filha, simplicidade exuberante de uma flor, gosto indescritível de uma fruta, sentimentos puros, imensidão de tudo diante da nossa pequena transitoriedade.

Por: Marina Gold

 
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Há Necessidade de Silêncio...


Há muita necessidade de silêncio nos dias atuais...

As pessoas ansiosas por se fazer ouvir, falam cada vez mais alto, como se isso bastasse para que os outros as escutassem.

Em restaurantes, shoppings, filas, salas de espera, salões de beleza, aeroportos, se ouvem os falatórios. E, para aumentar o ruído, em alguns lugares tem um som ambiente mais alto ainda...

E, quando não se tem alguém para falar, o celular serve. A pessoa faz uma ligação e se esquece de que está dividindo o ambiente com outros indivíduos, que não estão interessados no seu assunto.

É impressionante como as pessoas falam  muito, e falam alto...

Além de ser um grande desrespeito aos ouvidos alheios, essa gritaria torna impossível um diálogo entre pessoas de voz moderada, nesses ambientes comuns.

Mas não é só a falta de silêncio exterior que assola muitas pessoas hoje em dia. É também a falta de silêncio interior.

Poucos indivíduos ouvem a própria voz e analisam seus pensamentos antes de exteriorizá-los.

O hábito de meditar antes de expor uma opinião ou um julgamento, é muito pouco cultivado em nossa sociedade.

E isso tem sido motivo de desarmonia e intrigas, de mal-entendidos e hostilidades.

Saber calar, saber ouvir, ser senhor de suas palavras e de seus sentimentos é um desafio que merece ser pensado.

Talvez, foi por ter percebido essa necessidade em nosso meio, que um Espírito amigo nos trouxe a seguinte mensagem:

Aprenda a silenciar a palavra que sai gritada de seus lábios, ferindo a sensibilidade alheia e lhe deixando à mercê das companhias inferiores.

Aprenda a calar...

Aprenda a silenciar a palavra suave, mas cheia de ironia, que sai de sua boca ridicularizando, humilhando a quem se dirige e que lhe intoxica, provocando a dor de estômago, as náuseas ou a enxaqueca.

Aprenda a calar...

Aprenda a silenciar o murmúrio que sai entre dentes, destilando raiva e rancor e atingindo o alvo, que fere como punhal, ao tempo que lhe fragiliza a ponto de não se reconhecer, de se assustar consigo mesmo.

Aprenda a calar...

Aprenda a calar o pensamento cruel que lhe passa na mente e que, por in-vigilância, nele você se detém mais do que deveria. Você se assustaria se pudesse ver sua máscara espiritual distorcida.

Aprenda a calar...

Aprenda a calar o julgamento que extrapola o que vê e o que sabe, levando-o a conjeturar sobre o outro, o que não sabe e não viu, plasmando idéias infelizes que são aproveitadas pelos opositores daquele que é julgado.

Aprenda a calar...

Aprenda a calar todo e qualquer sentimento indigno, zelando pelas nascentes do seu coração, para que não macule e não seja maculado.

Aprenda a vigiar os sentimentos para que cada dia, mais atento e vigilante, saia da esfera mesquinha a que se aprisiona voluntariamente, e possa alçar voos mais altos e sublimes.

Aprenda a calar...

E, enquanto não consegue deixar de gritar, falar, murmurar, pensar cruelmente e julgar, insista em orar nesses momentos. Nem que as frases lhe pareçam desconexas e vazias de sentimento.

Insista na oração até que, um dia, orará não com palavras nem pensamentos, mas será sentimento por inteiro, amor, amor puro e verdadeiro em ação, dinâmico, envolvendo os outros e a si mesmo, verdadeiro discípulo que conseguirá ser.

Aprenda, definitivamente, a calar!

Redação do Momento Espírita, com base em mensagem do Espírito Stephano psicografada por Marie-Chantal Dufour. Eisenbach, na Sociedade Espírita Renovação, em 14/03/2005.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 11, ed. Fep

Abraços e excelente reflexão!

APRENDA A CALAR

Anexo: