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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Aluno a Distância Vai Melhor no Enade


Em 7 de 13 áreas onde comparação é possível no ensino superior, alunos de curso a distância superam demais estudantes
Levantamento do exame nacional mostra que vantagem nos primeiros anos de curso é ainda maior: 9 entre 13 áreas de ensino

A educação a distância, no Brasil, ainda é vista com desconfiança por boa parte da sociedade. Os primeiros resultados no Enade (exame do MEC que avalia o ensino superior) dos alunos que ingressaram em cursos superiores com essa modalidade de ensino, no entanto, mostram que, na maioria das áreas, eles estão se saindo melhor do que os estudantes que fazem o mesmo curso, mas da maneira tradicional.

 
Pela primeira vez desde a criação do Enade (2004), o Inep (órgão de avaliação e pesquisa do MEC) comparou o desempenho dos alunos dos mesmos cursos nas modalidades a distância e presencial. Em sete das 13 áreas onde essa comparação é possível, alunos da modalidade a distância se saíram melhores do que os demais.

 
Quando a análise é feita apenas levando em conta os alunos que ainda estão na fase inicial do curso -o Enade permite separar o desempenho de ingressantes e concluintes-, o quadro é ainda mais favorável ao ensino a distância: em nove das 13 áreas o resultado foi melhor.

 
Nesses casos, turismo e ciências sociais apresentaram a maior vantagem favorável aos cursos a distância. Geografia e história foram os cursos em que o ensino presencial apresentou melhor desempenho.
A análise só dos concluintes ainda é limitada porque apenas quatro áreas de nível superior -administração, formação de professores, matemática e pedagogia- já têm concluintes em número suficiente para que seja tirada uma média e comparada com a dos demais.

 
Entre os concluintes, o melhor desempenho para estudantes a distância foi verificado em administração e matemática, enquanto em pedagogia e formação de professores o resultado foi inverso.
Apesar de bem aceita em outros países, a educação a distância -em que a maior parte do curso não é realizada em sala de aula, com um professor- ainda não deslanchou no Brasil.

 
Quando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de 1996, sinalizou o incentivo dessa modalidade -regulamentada dois anos depois pelo governo federal- alguns especialistas esperavam um crescimento acelerado, afinal, o Brasil tinha -e ainda tem- uma imensa população sem nível superior espalhada por um território vasto.

 
Não foi isso, porém, o que aconteceu. Segundo o último Censo da Educação Superior do MEC, relativo a 2005, havia apenas 115 mil alunos matriculados em cursos de graduação a distância -o total de universitários foi de 4,5 milhões.

 
O censo mostra que os cursos despertam pouco interesse. Em 2005, foram oferecidas 423 mil vagas, mas apenas 234 mil estudantes se inscreveram em processos seletivos e, desses, somente 127 mil efetivamente ingressaram nos cursos.

Fogo cruzado
"Apesar das inúmeras experiências bem-sucedidas em outros países, o ensino a distância continua sob fogo cruzado no Brasil, com o argumento de que vai piorar a qualidade. Alguns até reconhecem o seu efeito democratizante, mas temem que traga ainda mais dificuldades a um sistema educacional com problemas. 


Os dois últimos Enades, no entanto, mostram que este temor é injustificado", avalia o diretor de Estatísticas e Avaliação da Educação Superior, Dilvo Ristoff.
A educação a distância é uma das principais apostas do Ministério da Educação na área de formação de professores.

 
Inspirado num programa iniciado há seis anos pelo governo do Rio, o MEC criou a UAB (Universidade Aberta do Brasil), que funcionará como um consórcio formado por universidades e centros federais que oferecerão cursos a distância.

 
O secretário de Educação a Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, diz que o foco na formação de professores nos primeiros cursos oferecidos pela UAB acontece não por uma limitação do curso a distância, mas sim para atender a uma demanda não atendida. "É possível estender a outras áreas, desde que não se abra mão da qualidade."


Fonte: ANTÔNIO GOIS
DA SUCURSAL DO RIO

Folha Online

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E DIVERSIDADES

Na maioria mais empresas as pessoas celebram os aniversários, às vezes setorizado, algumas vezes com a participação de todos.
Isto demonstra sensibilidade.
Devemos ter como meta o respeito ao próximo e não fazer distinções entre as pessoas.

O que difere é a hierarquia profissional e não às pessoas, que devem permanecer as mesmas, seja o João ou a Maria, do Zelador ao Diretor. Bom dia, boa tarde, boa noite, muito obrigado(a) são palavras que não podemos tirar do nosso dia a dia.
Não ocupa mais que segundos do nosso tempo.

Independentemente do lugar para onde vamos, do hospital ao clube, sempre deve haver o cumprimento, mesmo que a pessoa que deveria ter nos cumprimentado não o faça.
Sentimo-nos bem melhor e na maioria das vezes se consegue até um sorriso de quem estava cabisbaixo(a).

Na trajetória profissional deve-se tratar a diversidade, sobretudo, como questão cultural, porque incorrer, por descuido, no deslize de tratamento desigual dispensado a colegas por opiniões divergentes da nossa é mais comum do que podemos imaginar.

Principalmente quando se procura resolver atrito de opiniões divergentes entre a geração X e Y com o mesmo tratamento que era dispensado à geração X.
Por exemplo, meus pais foram da geração Baby Boomer, eu da geração X e a maioria dos colaboradores atuais da geração Y, ou seja, não adianta proibir o uso do celular e sim, o seu uso indiscriminado (conversa paralela ao serviço).
Os colegas devem estar cientes de que a utilização do celular no local de trabalho deve ser exclusiva para ligações de urgência.

Efetivamente as gerações X e Y são como “água e vinho”.
As leis mudaram e muitos jovens ficam ociosos por mais tempo que o necessário, então a solução é que realizem pequenos serviços em casa para aprender o significado de trabalho desde cedo.
Aos 16 podem trabalhar em regime de experiência, mas o que vemos hoje são filhos dependendo dos pais numa média bem maior do que antigamente, antes praticamente ao final de seu curso de graduação a pessoa já tinha estabilidade profissional e financeira.


Com o excesso de mão-de-obra e a concorrência da atualidade, os filhos estão sob a dependência financeira dos pais até conseguirem um emprego que os faça tornarem-se independentes, entre os 25/30 anos, quando não mais.
Como bem ponderou o saudoso Tancredo Neves “não são os homens, mas as idéias que brigam”.

Não é querer que os jovens passem pelo que nós passamos e sim que saibam aproveitar as oportunidades que lhe são dadas hoje: primeiro estudar para depois trabalhar, mas muitos não conseguem fazer o uso adequado de referidas oportunidades.
Talvez devessem abrir mão de satisfazerem prioritariamente seus desejos pessoais e devessem sim entender o trabalho como obrigação: de sustentá-los e sustentar suas famílias, quando for o caso.

Uma parte considerada importante é que esta geração tem boas relações interpessoais no trabalho facilitando assim a colaboração para o desenvolvimento do trabalho em equipe, como muito bem defende Irene Ferreira Azevedo.

O que não pode acontecer é a geração X tornar-se estanque, deve procurar realizar cursos e se aperfeiçoar para que possa integrar-se à geração Y, que não faz mais composições, mas redações, que não conta mais nos palitinhos, mas usa o raciocínio lógico, que não decora, mas interpreta..., óbvio que com algumas exceções.

Há respeito da geração Y sobre o conhecimento da geração X como a geração X também respeita a geração Baby Boomer, e se bem aproveitadas às diversidades a equipe usufrui de uma capacidade inimaginável de criatividade e flexibilidade para o desenvolvimento dos serviços.
Segundo Ghandi: “a regra de ouro da conduta é a tolerância mútua, porque nunca pensamos todos da mesma forma e sempre veremos só uma parte da verdade sob diferentes ângulos”.

Gerir as diversidades sabendo lidar com as diferenças das pessoas e torná-las um diferencial competitivo nas organizações é fundamental nas organizações modernas, pois as inovações serão muitas.
As diversidades são incontestáveis, mas também há aparente construtividade entre o encontro de gerações e a troca de idéias e informações é indiscutível para o nosso crescimento pessoal e profissional.

Por: Elizangela Jackowski Pelissaro

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Curso Avançado - Esquema JECrim



Módulo Esquema Juizado Especial Criminal

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Por: Elizangela Jackowski Pelizzaro 



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Módulos I a IV do Curso Avançado


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Por: Elizangela Jackowski Pelizzaro 



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Curso Avançado - Juizado Especial Cível


MÓDULOS I e II do Curso Avançado


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Por: Elizangela Jackowski Pelizzaro 



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Curso Avançado - Fase Recursal




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Por: Elizangela Jackowski Pelizzaro 



Curso Noções Gerais de Direito