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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Criança


“A criança é por natureza um ser do encantamento.
Um ser que experimenta a leveza, e que não retém a dor.

Sejamos como as crianças: com elas aprendemos a amar.

 Elas são sinceras amam desinteressadamente.
 Se gostar de nós, logo saberemos.

 Não sabem dissimular.
 Pequeninas sorriem ao menor toque.
 Não criticam, indagam apenas.

 Não discriminam, aceitam a todos sem distinção.
 Sabem conviver com as diferenças.
 São alegres a todo tempo, cantam, dançam…
 Faz da vida uma eterna festa.

 Satisfazem-se com qualquer brinquedo, independente
 do quanto custou.
Não tem ambição.

 Nos ensinam mais que qualquer sábio.
 Confiam…
 O seu olhar brilha, o seu sorriso é sincero.

 Não nos pede nada em troca do amor que nos dão
 somente carinho e atenção.
 Tocam a nossa alma com a sua inocência.

Mesmo as que não tem a oportunidade de ter um lar,
 sabem sorrir, quando nos dão um sorriso,
 ganhamos o dia…

Pois o seu sorriso é uma lição.
 Não existe coisa mais triste, que ver uma criança triste.
 Doemos o nosso sorriso a elas, sejamos alegres.

 Mostremos a elas a criança que existe em nós.
 Elas são o nosso futuro precisam ser felizes
 para nos fazer felizes.”




quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A Importância da Evangelização Infantil

 
"É possível a renovação do mundo em que habitamos, além da reforma interior de cada um para o bem, sem darmos à criança de hoje o embasamento evangélico?

Sem a renovação espiritual da criatura para o bem, jamais chegaríamos ao nível superior que nos compete alcançar. Ajudar a criança, amparando-lhe o desenvolvimento, sob a luz do Cristo, é cooperar na construção da reforma santificante da humanidade, na direção do mundo redimido de amanhã."

(Emmanuel, Encontros no Tempo, 5. ed., perg. 42)


Curso de Educação Infantil 

Cuidando das Crianças!


Felicidade

Os pais podem dar alegria e satisfação para um filho, mas não há como lhe dar felicidade.

Os pais podem aliviar sofrimentos enchendo-o de presentes, mas não há como lhe comprar felicidade.

Os pais podem ser muito bem-sucedidos e felizes, mas não há como lhe emprestar felicidade.

Mas os pais podem aos filhos

Dar muito amor,
carinho,
respeito.

Ensinar tolerância,
solidariedade
e cidadania,

Exigir reciprocidade, disciplina e religiosidade,
Reforçar a ética e a preservação da Terra.

Pois é de tudo isso que se compõe a autoestima. É sobre a autoestima que repousa a alma,

E é nesta paz que reside a felicidade.

CRIANÇAS NAS RUAS



       Pela primeira vez, 20 anos depois da criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o Brasil conseguiu traçar o perfil de crianças e adolescentes que trabalham ou dormem nas ruas do País.

      São 23.973 espalhados pelas 75 cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes. E 63% foram parar lá por causa de brigas domésticas.

      Os resultados, ainda inéditos e obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, vêm do censo nacional encomendado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) e pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável (Idesp).

      “O resultado ainda precisa ser aprovado pelo Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). Servirá para a criação de uma política nacional para essa população, a partir de cinco grandes encontros nas diferentes regiões do Brasil”, diz Marco Antonio da Silva, conselheiro do Conanda e diretor nacional do Movimento de Meninos e Meninas de Rua.

      A pesquisa ajuda a aprofundar as causas que levam as crianças e os jovens para as ruas, além de permitir conhecer quem são essas crianças. Conforme os resultados, 59% dos que estão na rua voltam para dormir na casa dos pais, parentes ou amigos, o que indica que a rua é vista por muitos como um local para ganhar dinheiro, por meio de esmolas e venda de produtos, entre outras ações.

      Hoje há um consenso de que o dinheiro dado para a criança na rua a estimula a voltar no dia seguinte, assim como incentiva os pais a forçarem o jovem a continuar.

      Para reverter esse quadro são necessários trabalhos técnicos voltados à reestruturação familiar, à resolução de conflitos dentro da casa e nas comunidades onde vivem os jovens, suporte escolar e medidas de saúde voltadas principalmente à dependência de drogas.

      Conforme os dados, as brigas verbais com pais e irmãos (32,2%), a violência doméstica (30,6%) e o uso de álcool e drogas (30,4%) são os motivos principais que levam os jovens às ruas.

      O Se Liga 16  que é parte da Força Jovem Brasil da cidade de São Paulo tem se adiantado, num trabalho de prevenção social, totalmente voluntário e exemplar, o trabalho mais recente foi feito com jovens do bairro do Itaim Paulista que visitaram comunidades e conversaram com muitos pais inclusive sobre o perigo das drogas o grupo distribuiu as crianças brinquedos e balas entre outros doces.


Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

AUTISMO

Autismo: 
Como reconhecer os sintomas precoces?

O autismo é uma síndrome comportamental que compromete o relacionamento com outras pessoas, a linguagem e leva a comportamentos restritos e repetitivos. É importante saber reconhecer os sinais que aparecem antes dos três anos de idade, pois o tratamento específico após a identificação precoce gera maior chance da criança alcançar um bom desenvolvimento.

Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não. (Sistemas Inteligentes em Saúde)

Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. (Sistemas Inteligentes em Saúde)


Como é o comportamento do bebê ou da criança autista?
Cita-se abaixo alguns exemplos do que pode acontecer ou não com um bebê ou uma criança autista, mas muita atenção o diagnóstico só poderá ser determinado por um especialista.

*A criança não se reconhece pelo nome. Os pais a chamam e ela não responde. Como ela é capaz de identificar outros sons, não se trata de um problema de surdez.
 
*A criança prefere ficar sozinha. Quando deixada deitada no berço ela não reclama, parece preferir o berço ao colo dos pais.
 

*A criança não fala, não olha e mostra certa apatia. Têm uma fisionomia pouco expressiva e não interage com outras crianças.
 
*Crianças sem autismo geralmente imitam os adultos e querem todas as atenções voltadas para ela, já as crianças com sinais de autismo não acompanham os acontecimentos a sua volta.

 
*Quando a mãe sai para trabalhar ou volta do trabalho, a criança não mostra interesse por ela.
 

*Crianças de cerca de um ano com autismo vão de colo em colo e não estranham as pessoas, como seria esperado de uma criança nesta idade.
 
*Durante a amamentação, a criança com autismo não interage com a mãe.
 

*Os autistas muitas vezes separam os objetos por cor, tamanho, etc. mantendo comportamentos repetitivos e sem finalidade aparente.
 

*A criança fica horas fazendo o mesmo movimento, com o mesmo objeto. No início pode parecer apenas ser uma criança tranquila, mas isso pode ser um dos sinais da doença. Um dos movimentos mais comuns é ficar rodando um objeto.

 
*A criança pode apresentar movimentos corporais repetidos, como movimentos de balanço, às vezes, até de forma violenta.
 

*A criança utiliza as pessoas como instrumento. Pega na mão do adulto e o leva até o lugar onde quer que ele faça algo que ela deseja, ao invés de pedir o que quer na forma de uma solicitação verbal.

*Ainda não existe um exame complementar, laboratorial ou de imagens para diagnosticar o autismo infantil. Ele ainda é identificado através de exames clínicos.

Por que é importante saber reconhecer os sinais e sintomas precoces do autismo?
É fundamental que pessoas que trabalham e convivem com crianças saibam identificar sinais ou sintomas típicos de autismo em bebês ou crianças pequenas. Cerca de 60% das crianças com autismo apresentam sinais da doença ao nascer.

Uma vez identificado que o processo de desenvolvimento está alterado, a criança deve ser examinada por um especialista (pediatra, psiquiatra infantil, neurologista infantil) para que o diagnóstico seja feito e os tratamentos reconhecidamente eficazes sejam instituídos.

O diagnóstico precoce e a implantação correta dos tratamentos resultarão em significativa melhoria no desenvolvimento infantil e na qualidade de vida da criança e de seus familiares.

Cf: FONTE-ABC.MED.BR, 2011. Acesso: 02/05/2013.